Por Progic - 03/06/2026
A Progic compromete-se a proteger suas informações e dados pessoais, assegurando confidencialidade, integridade e disponibilidade, em conformidade com requisitos legais, contratuais e normativos, para garantir a continuidade do negócio e a proteção da marca.
· Proteção integral da informação: A informação deve ser protegida ao longo de todo o seu ciclo de vida, assegurando confidencialidade, integridade e disponibilidade.
· Privacidade e proteção de dados pessoais: O tratamento de dados pessoais deve atender aos requisitos legais e contratuais, garantindo os direitos dos titulares e a transparência no papel da empresa, seja como controladora ou operadora.
· Segurança e privacidade por design: A segurança da informação e a proteção de dados devem ser incorporadas desde a concepção de soluções, sistemas e infraestruturas tecnológicas.
· Controle, rastreabilidade e gestão de riscos: O acesso às informações deve ser controlado, monitorado e auditável, com gestão contínua de ameaças, vulnerabilidades e incidentes.
· Resiliência e continuidade do negócio: A segurança da informação deve suportar a continuidade dos serviços e a capacidade de recuperação diante de eventos adversos.
· Responsabilidade compartilhada e cultura de segurança: A segurança da informação é responsabilidade de todos, sustentada por conscientização, capacitação contínua e governança adequada, inclusive na cadeia de fornecedores.
· Conformidade e melhoria contínua: A Progic compromete-se a atender aos requisitos de clientes, legais, regulamentares e normativos aplicáveis, bem como a perseguir a melhoria contínua do Sistema de Gestão Integrada.
A Progic mantém uma lista atualizada de contatos de emergência e autoridades competentes, disponível no SharePoint e fisicamente na sede, para consulta e acionamento imediato quando necessário.
A Progic estabelece e mantém contato com grupos de interesse especial, fóruns especializados, associações profissionais, comunidades de segurança e fornecedores relevantes para ampliar seus conhecimentos e acompanhar informações relacionadas à segurança da informação. Para isso, deve:
· Identificar os grupos, fóruns, associações, comunidades e fontes especializadas relevantes ao contexto, às tecnologias e aos riscos da Progic.
· Definir responsáveis por acompanhar e manter os contatos e as inscrições aplicáveis.
· Acompanhar periodicamente alertas, orientações, boas práticas, ameaças, vulnerabilidades e mudanças relevantes divulgadas por essas fontes.
· Avaliar as informações recebidas e, quando aplicável, encaminhá-las às áreas responsáveis para tratamento de riscos, vulnerabilidades, incidentes ou melhorias nos controles de segurança.
· Manter registros dos contatos estabelecidos e das informações relevantes utilizadas pela Progic.
· Compartilhar informações externas somente por pessoas autorizadas, respeitando os requisitos de confidencialidade, proteção de dados e comunicação da empresa.
Os controles implementados partem do princípio de que primeiro é necessário identificar e gerenciar os ativos de informação (informações, equipamentos, sistemas, dispositivos, software, responsáveis etc.) a partir dos quais os demais controles passam a ter contexto. As práticas envolvem:
· Inventariar os ativos relevantes para a operação e manter responsável definido durante todo o ciclo de vida.
· Permitir o uso de equipamento próprio para trabalho, quando aplicável, desde que atenda aos requisitos mínimos de desempenho, segurança, monitoramento e seja tratado como parte do perímetro de segurança da informação.
· Adquirir e utilizar equipamentos, softwares e demais ativos conforme padrões homologados, requisitos de segurança, direitos autorais e licenciamento aplicável, proibindo softwares piratas ou não licenciados.
· Bloquear mídias de armazenamento portátil removível em estações de trabalho da Progic e vedar a cópia de dados corporativos em mídias de armazenamento portátil removível em equipamentos próprios de colaboradores.
· Executar limpeza segura em ativos de armazenamento antes de reutilização, doação ou descarte, garantindo que dados corporativos ou pessoais não possam ser recuperados.
· No encerramento do vínculo, devolver ativos da Progic e remover acessos, dados e softwares corporativos de ativos pessoais.
Depois de identificar os ativos de informação, define-se quem pode acessá-los e sob quais condições. Controle de acesso é um dos controles fundamentais para proteção dos ativos e requer:
· Conceder acessos pelo princípio do menor privilégio, com separação de funções conflitantes e aprovação formal antes da liberação.
· Usar identificação única por usuário, proibir compartilhamento de credenciais e exigir senhas fortes, complementadas por autenticação de múltiplos fatores quando aplicável, especialmente para acessos remotos e contas administrativas.
· Aplicar controles compensatórios em sistemas legados que não suportem integralmente os requisitos de segurança.
· Revisar acessos periodicamente conforme o cronograma interno, incluindo contas privilegiadas e acessos administrativos.
· Aprovar contas administrativas pela alta direção e gerenciá-las de forma restrita, rastreável e revisada periodicamente.
· Bloquear ou ajustar acessos prontamente em desligamentos, término de contrato, afastamentos ou férias, salvo exceção aprovada.
· Usar apenas rede privada virtual homologada para acesso externo à rede corporativa do produto.
· Bloquear estações de trabalho após período de ausência.
· Usar rede corporativa, internet e correio eletrônico corporativo de forma ética, profissional e compatível com as finalidades da empresa.
· Armazenar arquivos corporativos apenas em locais homologados, proibindo o armazenamento de conteúdo da Progic em computador próprio.
· Permitir o monitoramento dos recursos tecnológicos para fins de conformidade, rastreabilidade e proteção dos ativos.
Uma vez definidos os acessos, estabelece-se a proteção das informações sensíveis por meio de criptografia e da gestão adequada das chaves por meio de:
· Usar criptografia para proteger informações sensíveis e confidenciais em trânsito e em repouso, por meio de mecanismos criptográficos homologados pela empresa.
· Proibir o uso de tecnologia criptográfica não autorizada.
· Proteger chaves criptográficas contra acesso não autorizado, alteração indevida, perda e destruição não autorizada, restringindo seu acesso a pessoas formalmente designadas.
· Renovar chaves na periodicidade definida pela Progic.
· Obter autorização da diretoria para alterações de chaves que impactem transações e serviços críticos.
· Proibir credenciais, senhas, chaves de interface de programação de aplicações ou segredos diretamente no código-fonte, aplicando práticas de gestão de segredos nos documentos aplicáveis.
Após definir quem acessa e como as informações são protegidas, a Progic define como elas podem ser compartilhadas interna ou externamente, regrando:
· Usar apenas ferramentas oficiais homologadas pela Progic para transferências profissionais, ou “Sistemas Autorizados”. Fica proibido o uso de contas pessoais ou ferramentas de transferência não homologadas para enviar, armazenar ou compartilhar arquivos e informações da empresa.
· Realizar transferências externas conforme a matriz de autorização aplicável à classificação da informação.
· Considerar previamente autorizadas as transferências recorrentes mapeadas em registros de operações ou contratos vigentes.
· Obter autorização específica para novos destinatários, novos fluxos ou transferências não previstas na rotina, validando fluxos de dados pessoais com o Encarregado pelo Tratamento de Dados Pessoais quando aplicável.
· Usar rede privada virtual corporativa em transferências técnicas, conexões administrativas ou cenários que exijam túnel seguro.
· Solicitar e documentar exceções técnicas junto à Tecnologia da Informação.
Com os ativos identificados e protegidos, entram os controles de disponibilidade e recuperação, incluindo cópias de segurança e restauração. As práticas devem:
· Manter backups automáticos e periódicos para todos os ativos críticos, com frequência definida conforme criticidade, volatilidade dos dados e Objetivo de Ponto de Recuperação aceitável para o negócio.
· Armazenar backups em localidade física distinta da produção e protegê-los com criptografia em repouso, controle de acesso restrito e medidas contra alteração indevida, como versionamento ou imutabilidade.
· Manter backups pelo período de retenção definido, compatível com os requisitos legais e operacionais da Progic, e verificar periodicamente sua integridade e capacidade de restauração.
· Proteger backups que contenham dados pessoais no mesmo nível aplicado aos dados em produção.
· Reexecutar exclusões de dados pessoais após restauração, quando aplicável e tecnicamente viável, salvo obrigação legal.
Os registros de log fornecem rastreabilidade, monitoramento e evidências dos controles anteriores. Servem para detectar desvios e apoiar investigações. Para isso, é necessário:
· Configurar sistemas críticos, aplicações web e serviços de infraestrutura para gerar registros de eventos relevantes, incluindo atividades de usuários, erros de sistema, transações de segurança e operações sobre dados pessoais quando aplicável.
· Sincronizar os relógios dos sistemas com uma fonte de tempo única e confiável.
· Proteger registros contra acesso não autorizado, adulteração, falsificação e perda.
· Evitar o registro de dados sensíveis em texto claro, como senhas, dados financeiros ou outras informações que aumentem o risco em caso de exposição.
· Definir a retenção dos registros conforme requisitos legais, normativos e de negócio.
· Analisar registros regularmente para identificar anomalias, apoiar investigações e evidenciar a efetividade dos controles.
A gestão de vulnerabilidades implementa controles contínuos de melhoria e proteção do ambiente já identificado, protegido e monitorado. Aqui, a Progic fecha o ciclo de tratamento de riscos técnicos, ao exigir:
· Seguir ciclo contínuo de detecção, avaliação, tratamento e medição de vulnerabilidades.
· Classificar vulnerabilidades por nível de risco e priorizar o tratamento conforme severidade técnica, impacto em segurança, privacidade e exposição do ambiente.
· Tratar vulnerabilidades altas ou críticas conforme prazo definido, não mantendo vulnerabilidades críticas em produção sem plano formal de tratamento.
· Tratar vulnerabilidades críticas com exploração pública de forma emergencial.
· Corrigir, acompanhar ou aceitar formalmente vulnerabilidades médias ou baixas conforme prazo e ciclo definidos para o nível de risco.
· Testar correções em ambiente de homologação antes da produção.
· Formalizar, pelo gestor da área técnica, a justificativa e o plano de mitigação paliativa para o aceite de riscos médios que não puderem ser corrigidos no prazo.
· Obter aprovação formal da Diretoria/Alta Direção para o aceite de riscos altos ou críticos, assumindo a responsabilidade pelo risco residual.
· Avaliar fragilidades de segurança em sistemas, integrações e parcerias de terceiros.
O desenvolvimento seguro de software incorpora requisitos de segurança da informação e privacidade em todo o ciclo de vida das soluções, desde a concepção até a descontinuação. Para isso, é necessário:
· Integrar requisitos e controles de segurança e privacidade às etapas de planejamento, design, implementação, testes, implantação, manutenção e descontinuação do software.
· Registrar todas as mudanças do produto, incluindo funcionalidades, melhorias, refinamentos e correções de bugs, e avaliar seus riscos de segurança durante o planejamento e a priorização.
· Aplicar privacidade por padrão, minimizando o tratamento de dados pessoais e utilizando somente os dados necessários para cada finalidade.
· Manter segregados os ambientes de Desenvolvimento, Homologação e Produção, impedindo alterações diretas por desenvolvedores em Produção, salvo acessos emergenciais formalmente autorizados e auditados.
· Proibir o uso de dados pessoais reais em ambientes de Desenvolvimento e Homologação, utilizando dados sintéticos ou anonimizados; eventuais exceções devem ser formalizadas e aprovadas pelo Encarregado pelo Tratamento de Dados Pessoais, com aplicação dos mesmos controles de segurança da Produção.
· Armazenar códigos-fonte em repositórios oficiais centralizados, com controle de versão e acesso restrito conforme a necessidade de saber.
· Manter repositórios de código-fonte e artefatos críticos do processo de desenvolvimento cobertos por rotinas de backup e restauração.
· Adotar práticas de codificação segura para mitigar vulnerabilidades comuns, incluindo validação de entradas, criptografia de dados sensíveis, autenticação forte quando aplicável e tratamento adequado de erros e logs.
· Gerar logs que apoiem a rastreabilidade, a detecção de falhas e as investigações, evitando dados pessoais desnecessários, e executar escaneamento automático de código no pipeline de integração e entrega contínuas.
· Permitir o uso de inteligência artificial corporativa para produtividade somente com revisão humana obrigatória do código antes do commit, proibindo o uso de inteligências artificiais pessoais ou gratuitas.
· Reconhecer como propriedade exclusiva da Progic todo código-fonte, documentação e modelagem desenvolvidos, proibindo sua disponibilização, cópia ou utilização externa sem autorização expressa.
A Alta Administração define e comunica a Política de Segurança da Informação, garantindo alinhamento à estratégia, recursos adequados e eficácia do SGI.
A equipe de infraestrutura e segurança da informação implementa, opera e mantém controles de segurança da informação, como proteção de sistemas, gestão de acessos, monitoramento, tratamento de vulnerabilidades e suporte à continuidade dos serviços, seguindo as políticas estabelecidas.
Os colaboradores e terceiros devem cumprir a Política de Segurança da Informação, usar recursos tecnológicos com segurança, proteger as informações sob sua responsabilidade e reportar incidentes ou eventos de segurança ou privacidade imediatamente.
Esta política é comunicada internamente e disponibilizada às partes interessadas no website oficial da empresa.
Sua revisão ocorre periodicamente para garantir a contínua adequação e pertinência à estratégia da empresa.
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